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Entenda melhor, o Ano Santo da Misericórdia...
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“Decidi convocar um Jubileu Extraordinário que tenha o seu centro na Misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia” (Papa Francisco).

 

Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai. O mistério da fé cristã parece encontrar nestas palavras a sua síntese. Tal misericórdia tornou-se viva, visível e atingiu o seu clímax em Jesus de Nazaré.

 

Misericórdia: É o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: É o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.

Com o olhar fixo em Jesus e no seu rosto misericordioso, podemos encontrar o amor da Santíssima Trindade. A missão, que Jesus recebeu do Pai, foi a de revelar o mistério do amor divino na sua plenitude. “Deus é amor” (1 Jo 4, 8.16): afirma-o, pela primeira e única vez em toda a Escritura, o evangelista João. Agora este amor tornou-se visível e palpável em toda a vida de Jesus.

A sua pessoa não é senão amor, um amor que se dá gratuitamente. O seu relacionamento com as pessoas, que se aproximam d’Ele, manifesta algo único e irrepetível. Os sinais que realiza, sobretudo para com os pecadores, as pessoas pobres, marginalizadas, doentes e atribuladas, decorrem sob a marca da misericórdia. Tudo n’Ele fala de misericórdia. N’Ele, nada há que seja desprovido de compaixão” (Bula de promulgação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia – “Misericordiae vultus” (MV))

 

O que é um Jubileu?

A celebração do Jubileu católico tem origem no Jubileu hebraico, onde a cada 50 anos, durante um ano, chamado ano sabático, eram libertados escravos, as dívidas eram perdoadas e as terras deixavam de ser cultivadas, entre outras coisas. Estas comemorações são referenciadas na bíblia, nomeadamente em Levítico (Lv 25,8). Na tradição católica, o jubileu tem também a duração de um ano, mas tem um sentido mais espiritual, consistindo no perdão dos pecados, e em graças especiais para recomeçar uma vida nova.

 

Sobre o Jubileu da Misericórdia

O Jubileu da Misericórdia é um Jubileu extraordinário que vai de oito de dezembro de 2015 a 20 de novembro de 2016. Este é o primeiro jubileu desde o que foi convocado por João Paulo II, em 2000, para assinalar o início do terceiro milênio.

 

O Ano Santo acontece só em Roma?

O Papa Francisco deseja que todas as dioceses entrem em sintonia com ele e com a proposta de um ano marcado pela misericórdia. Por isso no dia 13 de dezembro de 2015, todas as dioceses estão convocadas a realizar a abertura e a bênção da Porta Santa. Na Arquidiocese de Maringá esta celebração será realizada às 15h na Catedral Metropolitana Basílica Menor Nossa Senhora da Glória.

 

Como alcançar a misericórdia de Deus e as graças do Ano Santo?

O primeiro passo é reconhecer-se pecador e se aproximar do sacramento da confissão. Durante o Ano Santo, os missionários da misericórdia, os presbíteros, estarão abertos para acolher a todos e oferecer o perdão de Deus. “A experiência do perdão vai desaparecendo, sem o testemunho do perdão, a vida se torna um deserto desolador” (MV n.10).

 

O que significam as indulgências?

Indulgência significa aproximar-se da misericórdia de Deus, na certeza de que o perdão cobre toda a vida, pois Deus perdoa sempre. No perdão recebido na confissão permanecem no penitente as consequências do pecado, o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos. A misericórdia torna-se indulgência do Pai, que através da Igreja alcança o pecador libertando-o de todas as consequências do pecado (MV n.22).

 

De quem recebemos as indulgências?

A indulgência se obtém de Deus mediante a Igreja, que, em virtude do poder de ligar e desligar que Cristo Jesus lhe concedeu, intervém em favor do cristão, abrindo-lhe o tesouro dos méritos de Cristo e dos santos para obter do Pai das misericórdias a remissão das penas temporais devidas a seus pecados. Assim, a Igreja não só vem em auxílio do cristão, mas também o incita a obras de piedade, de penitência e de caridade (CIC nº1478).

Quais as condições para receber as indulgências?

1.     Confissão sacramental;

2.     Comunhão durante a missa;

3.     Rezar nas intenções do Papa.

 

O que são as obras de misericórdia?

As obras de misericórdia são corporais e espirituais. “É uma maneira de acordar nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. Não podemos escapar às palavras de Jesus: se demos de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede, se acolhemos o estrangeiro e vestimos quem está nu, e se reservamos tempo para visitar quem está doente ou preso” (Mt 25,31-45).

 

Quais são as obras de misericórdia temporais?

“Dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos” (MV n.15).

 

Quais são as obras de misericórdia espirituais?

“Aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos” (MV n.15).

 

O que são as “24 horas para o Senhor” que o Papa Francisco pede para o Ano da Misericórdia?

“Deve ser incrementada nas dioceses” na sexta e sábado anteriores ao quarto domingo da quaresma as 24 horas de adoração, com a possibilidade de confissão. “Em grande número, jovens estão se aproximando do sacramento da reconciliação, e que frequentemente nesta experiência, reencontram o caminho para voltar ao Senhor, viver um momento de intensa oração e redescobrir o sentido da sua vida” (MV n.17).

 

Como serão organizadas as confissões nas paróquias?

Nas paróquias da Arquidiocese de Maringá serão organizados mutirões de confissão na quaresma, com um tempo necessário para que todos os que desejam possam se confessar. Durante todo Ano Santo cada paróquia vai organizar um calendário específico para a confissão individual.

 

Quais os dias para poder entrar pela Porta Santa na Catedral de Maringá?

As paróquias irão organizar peregrinação até a Catedral de Maringá para passar pela Porta Santa e participar da santa missa. Também fica aberto para grupos das pastorais ou movimentos que queiram organizar a sua peregrinação e celebrar o Jubileu da Misericórdia. A única Porta Santa para o Ano da Misericórdia na Arquidiocese de Maringá estará localizada na Catedral.

 

O que é preciso para receber as graças do Ano Santo?

É necessário que a pessoa participe de uma peregrinação, mesmo que seja pequena, acompanhada de um ato penitencial, fora da Catedral e assim passe pela Porta Santa que estará dentro da Catedral ao lado da pia batismal. É importante lembrar as condições citadas acima para receber as indulgências.

 

Pode passar mais de uma vez pela Porta Santa?

Pode passar pela Porta Santa todas as vezes que tiver realizado um progresso na vida espiritual, ou desejando fazer um caminho de conversão, e a reta intenção de se encontrar com a misericórdia do Pai. As indulgências podem ser recebidas em todas as missas, cumpridas as condições, durante o Ano Santo, na Catedral.

 

Dom Anuar Battisti 

Arcebispo Metropolitano Arquidiocese de Maringá

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